A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) lançou a XXI edição da Conferência Anual do Sector Privado (CASP), que terá lugar nos dias 15 e 16 de Julho, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, em Maputo.
A edição de 2026 deverá reunir mais de dois mil participantes presenciais, cerca de cinco mil participantes virtuais, aproximadamente 50 expositores e mais de 40 oradores. Estão igualmente previstos fóruns de investimento onde serão apresentados projectos avaliados em mais de 1,9 mil milhões de dólares norte-americanos.
O evento incluirá sessões bilaterais com países estratégicos, espaços de exposição empresarial e cerca de 14 sessões de matchmaking orientadas para a criação de parcerias e concretização de investimentos.
Segundo o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, Álvaro Massingue, o valor da conferência não reside apenas nos números, mas sobretudo na sua capacidade de gerar decisões, desbloquear reformas e acelerar investimentos, promovendo um ambiente de maior confiança entre o Estado e o sector privado.
A Sessão de Diálogo Público-Privado de Alto Nível será o momento central da conferência, reunindo decisores governamentais e líderes empresariais para discutir soluções para os principais constrangimentos do ambiente de negócios e reforçar a competitividade da economia moçambicana.
O Secretário Permanente do Ministério da Economia, Jorge Jonasse, destacou que a CASP constitui uma plataforma central no diálogo institucionalizado entre o Governo e o sector privado, sublinhando a necessidade de acelerar reformas estruturais para atrair e reter investimento.
Segundo o responsável, o sucesso das políticas económicas depende da implementação de acções concretas, consistentes e inovadoras, sendo a CASP uma ferramenta importante para alinhar políticas públicas com as necessidades do mercado e impulsionar o desenvolvimento económico do país.
Fonte: CartaMz.
Imagem: CTA.